Segunda-feira
Horário:08:50
No colégio da noia, os resquícios de todo o drama de alguns dias atrás ainda percorria pelo lugar de maneira silenciosa, visível somente por uma aura pesada que assombra os corredores com memórias, tanto pela quadra que estava sendo reconstruída como lembrete do infeliz incidente. As coisas não estavam melhores nem para Zongo. Conseguia fazer os alunos se encolherem, e evitarem o olhar direto apenas pela presença do mesmo, por mais que não tenha chegado a suas atitudes feitas com essa intenção que pensavam.
No refeitório, Zongo estava com sua bandeja em mãos, que segurava um belo prato de estrogonofe e uma caixinha de suco de uva ao lado. Sim sim, as próprias tias da cantina o deram um olhar torto ao entregar o alimento do dia. Voltando ao ponto. Zongo provavelmente teria que passar alguns intervalos comendo sozinho, sem a companhia de ninguém. Enquanto andava, a cada mesa que passava, três ou quatro alunos desviavam a cara desconfortáveis. Zongo adorava a atenção independente do contexto, mas aquilo era uma grande palhaçada. Nem ao menos vinha alguém para o repreender pelo o que fez, apenas combinaram e aceitaram que Zongo não existia mais.
Sua face não era raiva, somente… cansaço. Dá para dizer até mesmo que um pouco de remorso começou o atingir com toda a confusão que causou.
Onde poderia sentar? Todas as mesas estão cheias de pessoas que possivelmente devem temê-lo. Zongo procurava ao seu redor, algum lugar safe. Mas nada. Então… Zongo se atentou a uma mesa familiar, com parte de seus amigos. Keko, Charlenne, Tidi. Esse povinho ai que o conhecia desde criança. Qual e, são colegas, pô! Nenhum deles devem estar com medo, ou raiva de Zongo. Talvez Keko, sabe… a quadra arruinada e impossibilitada de usar, especificamente por culpa de Zongo.
De qualquer maneira, Zongo conseguiu sentir um pingo de confiança o suficiente para poder caminhar em direção aos amigos. O máximo que podia acontecer é… não sabemos exatamente. Mas não deve ser tão grave. Só bastava Zongo explicar seu lado, ou falar que está arrependido, e até mesmo simplesmente ficar calado também era uma opção.
Sem dizer nada, Zongo bateu a bandeja na mesa, um costume comum para chamar atenção de quem estivesse por perto. E se sentou na maior normalidade. E começou a comer ali mesmo.
Zongo notou o incômodo silêncio rondando o ar, o pentelho sabia que isso não costuma significar coisa boa, mas não se incomodou o suficiente para questionar. Mal percebendo que os três alunos pararam totalmente sua conversa para encararem a Zongo. Um sentimento era compartilhado, que era o de “يخاف”.
Até que finalmente Zongo vire a cara e se depare com a feição gritante de trauma dos colegas, Keko e Tidi já estavam a alguns palmos distantes de Zongo, já que estavam ao lado. Charlenne permanecia tanto quanto preocupada, com a situação de Zongo. Ela era a única que sabia (ou que pelo menos acreditava) que a perna quebrada de Mongo foi somente uma coincidência, e não todo um plano maligno de Zongo. Mesmo que a própria moça tenha suas dúvidas com o tanto de coisa que o cinza já causou.
— Ei, Zongo…? — Charlenne o chamou, quase de maneira imperceptível. Zongo levanta a cabeça, o olhar de Charlenne constantemente pulando de Zongo para Keko e Tidi, como se quisesse apontar algo que não pode falar alto. Os dois irmãos claramente demonstrando desconforto por conta do pentelho. — O que tem? — Zongo pergunta, alheio a toda a tensão.
Keko apertou os olhos, descontente, com a audácia do pentelho. — E que tem um certo cara, que fez um outro certo cara a cair e quebrar a perna por conta de uma certa coxinha tacada certamente propositalmente para a pessoa. — A mandíbula de Zongo caiu levemente, tapando a boca com a mão para abafar o suspiro. — Quem faria isso?!— *chocado*.
Keko bateu na mesa, se levantando abruptamente. — Alguém que também foi totalmente capaz… de destruir uma quadra de BASQUETE INTEIRA mandando um AVIÃO e arruinando uma semana inteira de treinamento! — A hostilidade se carregou no ar, o capitão do time de basquete ainda estava obviamente irado com o que aconteceu. Nenhum dos sinais claros alertaram Zongo, ainda na nóia, do que realmente estava acontecendo.
Charlenne sentiu a energia leve drasticamente cair, e era um pavor para a garota quando o clima entre seus amigos estava pesado dessa maneira. — Uhh… Zongo… você já ligou para a psicóloga que eu te recomendei? — Charlenne tentou mudar de assunto, belo assunto, afinal. Mas de qualquer maneira, Zongo encarou a pergunta com uma estranheza total. — Eu não preciso de psiquiatra. —
— Certeza? —— Você não podia pelo menos considerar…? Só para consertar esse seu jeito meio… destrutivo, e não machucar mais ninguém mesmo que seja acidentalmente. —
— Ta falando do negócio com Mongo? — A quietude se instalou novamente, a resposta ficando óbvia demais pela expressão do grupo. — Mas Charlenne, eu te disse que aquele bagulho da coxinha foi um acidente! — Zongo alega, até que bem decepcionado com a falta de confiança da moça. Charlenne sentiu uma pontada de culpa, mas sabe que Keko e Tidi não sabiam da história que tinha escutado. — Eu sei Zongo. — — Então por que tá falando para eu procurar ajuda por causa de um acidente?! —
— Bem, e que…— — O avião aterrizando coincidentemente na quadra não foi acidente, foi? — Tidi aponta ao ocorrido, de novo, assim como todos estavam fazendo com Zongo há dias. Se pudesse dizer que está recebendo um mínimo de atenção, e somente lembranças das merdas que tem feito.
— Pois saibam que eu vou permanecer EU mesmo! E nunca irei mudar quem sou! — Zongo de saco cheio, declarou no maior orgulho, estufando o peito. Até perceber que Keko e Tidi já estavam andando para longe da mesa. Charlenne ficando um tempo a mais apenas para dizer: — Sinto muito Zongo… a gente conversa depois. — é ir junto com os dois irmãos logo depois.
Claro, sozinho, novamente. Apenas com o prato de comida o encarando de volta.
Droga, as coisas estavam tão ruins assim? Não podia ser. Alguém tinha que conversar com Zongo, ninguém (além dele mesmo) guardava tanto rancor a ponto de evitar a pessoa por completo. Aliás, eles não tem nada a ver com isso?! O conflito era entre Mongo e Zongo. Porque essa gente intrometida ACHA, que tem direito de ficar com raivinha de Zongo por algo tão pessoal. Sim, as tentativas de assassinato contra Mongo aconteceu sim em publico, porém isso não interessa ninguém.
Zongo parecia estar com algum tipo de campo magnético ao seu redor, que impedia qualquer ser vivo no mesmo cômodo de ao menos chegar perto. Empurrando todos para longe.
Apenas tongos se atreveriam a se aproximar da entidade maligna, sabendo que suas vidas podem ser arruinadas com a praga contagiante do ser.
E Zongo se recusava a ver, hoje, ALGUÉM IA TER UM PAPO COM O PENTELHO SIM😡.
… Mas prioridades né, strogonoff em primeiro lugar. Já foi uma benção que Zongo conseguiu arranjar um canto que não seja o banheiro para merendar.
———————
A merenda foi deixada na mesa mesmo, Zongo não estava com coragem de ir, sabendo do nojo que as tias da cantina está sentindo de Zongo (isso foi muito antes do acidente rlx, o nojo e natural).
Zongo andou, andou pelos longos corredores. Procurando uma feição conhecida através dos vários outros estudantes que rondavam o mesmo lugar. Todos evitando para ao menos não esbarrar no pentelho. Agora, quem Zongo vê ao longe? Que coincidência! Escanlomba, talvez a mais insuportável do colégio, mexendo em seu armário. Claro que alguém como ELA não estaria de mal com Zongo.
Confiante, se encaminhou a garota, imaginando toda a conversa que teria com uma única certeza de que com certeza não levaria um xingamento na cara. — Eai Escanlomba! — — Por que você tá falando comigo mesmo? — — Ãhn? —
Primeiro diálogo, e a conversa já estava sendo um desastre. Escanlomba falou do seu jeito cotidiano, sem demonstrar nenhuma outra emoção em seu dizer. Apenas… curiosidade. — Tipo, eu tenho certeza que você meio que fez uma tentativa de homicídio contra o Monguinho. — Como Escanlomba expôs seu nojo apenas com as escolhas de palavras, realmente assustava Zongo. Mesmo com sua simplicidade de sempre, sentiu um peso que não sabia como descrever, mas que o fez imediatamente se afastar dali — … Não to lembrado disso não. — Zongo tenta disfarçar, sabendo muito bem do que a linda estava falando sobre.
— É até meio babado ver que ainda tem coragem de dar as caras aqui na escola. — Escanlomba continua, acrescentando junto um chicote de risada, com todo o intuito de soar cínica para debochar de Zongo. — Ei! — — Calado. — ;---;
Escanlomba pegou a sua mochila, que estava jogada dentro do armário, e retirou dentro o seu celular com capinha GRINGE de unicórnio… imagina. E começou a mexer em seu dispositivo, ignorando totalmente Zongo. Que, ao tentar chamar sua atenção novamente. “ou-” — SH- CALA A BOCA. — Escanlomba berrou pro pentelho se silenciar imediatamente. Enquanto continuava digitando alguma coisa no celular, é aí, ela de repente apontou a tela do celular para Zongo e a si mesmo e *som de foto sendo tirada*. Acho que esta auto explicativo agora.
Após a foto tirada, Escanlomba continuou digitando normalmente, como se nada tivesse acontecido. E apenas colocou o celular com a mochila de volta no armário e deixou Zongo para trás.
Após isso, uma notificação tocou em seu bolso. Zongo obviamente pegou o telefonema e… — QUE?! — Horrorizado pelo conteúdo que estava vendo a sua frente agora. Uma foto dele, e da Escanlomba, tirado agora a pouco. Escanlomba forçando claramente uma cara extrema de desgosto enquanto Zongo estava desorientado, com cara de bobo nessa imagem. Com a legenda dizendo: “Esse passivo toxico assassino que tentou matar minha passivinha bonzinho tentou falar comigo hojekkkkkk nojooooo alguém queima esse lisho cinzaaaa!!” — Assassino? Da onde que ela tira essas coisas, Deus! —
— Hmp, eu não preciso dela mesmo! Vou arranjar outra pessoa para conversar logo, logo! — Zongo murmura para si mesmo, querendo reprimir o medo crescente de que talvez, realmente não teria mais ninguém para lhe dar atenção. Indo para mais uma caçada, virando alguns corredores para a direita.
Procurando novamente, Zongo acaba pegando uma escada para o andar de baixo, e no final dela estava Kunchan, e Willis. O NÃO comunicativo estava segurando um livro, obviamente lendo o que fosse o conteúdo. Kunchan, bisbilhotando ao lado, com um braço envolta da cintura de Willis. Não é novidade que, por alguma razão, Willis somente confiava Kunchan para ter algum toque físico, e Zongo nunca realmente soube o por quê.
Uma coisa sábia, e impossível logo esses dois estarem de mal com o coitado. Kunchan e o maior rebelde dessa escola inteira, seria tanto quanto hipócrita se ficasse com ressentimento de Zongo por alguma besteirinha que fez. E Willis, ele é calmo demais. Descendo os últimos degraus, Zongo tentou acenar para os gays, e já sendo recebido com cara feia pelo raivoso. Normalmente, ele é naturalmente feio mesmo, então ignorou. — Oi galera! —
Willis abaixou o livro ao escutar o chamado, e imediatamente com a presença de Zongo, se encolheu ao lado de Kunchan. Que instintivamente puxou o boy para mais perto de maneira (). — Fique longe! — Zongo para o seu passo, com a demanda de Kunchan, e franziu a testa. — Oxi, por que?! —
— Não quero alguém como você perto de mim ou do Willis! — Então, Kunchan virou a cabeça para o amado. — Especialmente do Willis. — Sua voz abaixando um pouco. Zongo não podia estar mais indignado. Teve que piscar pelo menos duas vezes até que processasse a situação no momento. — VOCÊ? QUERENDO FALAR DE MIM?! —
— Não acredito, Kunchan! Poxa, tu é o maior barraqueiro desse colégio inteiro! — — E eu sei, eu sei. Eu fui o cara que planejou um atropelamento da quadra com um avião. E saiba que o piloto era suicida, tá? Por isso que ele tinha aceitado o risco! —
*🙄* — Não, é que você quase acertou uma bola na cara de Willis. — Zongo olhou para Willis, Willis olhou para Zongo. O adolescente estava igualmente confuso com essa razão de Kunchan. Apenas dando de ombros, não questionando nada.
— Fique longe da gente, caso alguma coisa acontecer com ele por sua culpa, eu te quebro. — Kunchan dá o último aviso, antes de arrastar Willis consigo para qualquer lugar longe de Zongo. Que nem conseguiu se surpreender tanto, afinal das contas. — Uau… casalzinho hein. —
— Tá, ótimo, de boas. Eu tenho vários outros amigos que posso conversar! Eu ainda tenho o Drongo… — Problema, as únicas pessoas que vieram foram Drongo, e Gege. Os mais próximos de Mongo no momento. Até mesmo Dronga, que anda acompanhando os três por causa de Drongo.
— Oh não. —
———————
Sabe o campo de futebol? Aquele que também teve danos graves por razões óbvias? Então, ainda estava interditado, aham. Mas, ainda por trás das fitas que separavam o lugar, é perto o suficiente para ter o contemplo. Gege, Drongo e Dronga estavam lá, não sentados em um dos bancos usados para assistir um dos jogos, não andando por aí. Ah, na verdade estava sim. Os três caminhavam juntos pelo campo interditado, sem chamar nenhuma atenção. Por enquanto, parece que só havia os três ali. E Zongo teria que passar pelas fitas para chegar até eles.
— Eu to falando, aquela garota é rodada! — Parece que Gege está contando um de seus babados, e um bem quente. — É muito precipitado tirar isso de uma escrita da porta dos banheiros. — Dronga argumentou, sem botar tanta credibilidade nessa alegação. — Tá dizendo que a Escanlomba roda demais? — ah… Drongo…
— Não, e qu— — Nunca vi a Escanlomba rodando, não na escola pelo menos. — Dronga corta a tentativa de explicação de Gege, que bom, a mesma parecia tão inocente quanto Drongo.
Não demorou muito para os três se darem com Zongo, que tava ficando puto cansado desse dia. — Oi… galera..! — A esse ponto não esperava mais nada, até acreditava que Mongo teria moldado a percepção de Drongo para odiá-lo também. A saudação mal saiu com a má vontade de estar ali.
— Olá, Zongo. — Dronga acena devolta, o sentimento se mostrando recíproco com a seriedade em seu tom. Abaixando levemente as sobrancelhas. — Eai cara. — Drongo, pelo contrário, conseguiu manter um sorriso no rosto. Por mais que os cantos de sua boca estejam trêmulos, provavelmente se forçando para parecer mais educado. Gege nem ao menos deu uma resposta, apenas permaneceu … brava.
Como todas as outras interações, era palpável o incômodo pairando na atmosfera, apenas por conta da existência de Zongo ali. Tentando seu máximo ignorar o clima pesado, tenta quebrar o gelo. — To vendo que devem estar conversando um assunto bem interessante. —
— A Gege tá falando que a Escanlomba é rodada, tu já viu aquela mulher rodando em algum lugar? — Gege dá um leve soco no ombro de Drongo, apenas como um aviso para parar o que estava fazendo. — Drongo, fica quieto. Vai que Zongo planeja algo contra mim. Tipo, espalhando que eu fico criando fofoca dela ou algo assim. —
— Que. — — Isso mesmo, tá sempre querendo causar mal pros outros! — *Zongo suspirou fundo…* — MAS EU NUNCA FARIA ISSO! —
. — Faria sim acho;-;. — — Né? — Sim, de fato, Drongo e Dronga, ele faria……..
— Não acredito que até vocês tão nessa!—
— Nessa, o que? Porque se for de te achar perigoso, me desculpe, mas geralmente a gente não vê alguém normal fazer uma “pegadinha” de quase atropelar alguém com um avião! — Gege argumentou, em seu jeitinho sarcástico como sempre, enquanto a ira de Zongo só aumentava. Isso tudo estava ficando muito repetitivo. — Nessa aí, de sempre ficar mencionando meus erros, de novo e de novo! — Dronga levanta o dedo como o emoji de nerd. — Mas isso não é crime? — Sim, de fato Dronga, isso é crime…….
— Só foi uma piada, e o coiso da coxinha foi um acidente! Eu estou cansado de ficar repetindo isso! — Os três se entreolharam, não acreditando na veracidade dessa fala. Por eles, tudo que aconteceu até aqui foi planejado por Zongo, mesmo que o próprio esteja sem o controle da sua situação atual. Notando isso, Zongo começou a ficar mais ansioso. — O-o Drongo concorda comigo! N-né cara? — Zongo o mirou quase como uma tentativa desesperada de o ajudar pra fora dessa situação, por ser quem tem visto a situação toda de Mongo mais perto.
Drongo apenas desviou o olhar, deixando a entender que não estava ao seu lado. — Óia, Zongo. Sei que cê parece mal com tudo que aconteceu com o Mongo e tals, mas ainda machucou ele! — Drongo não iria deixar o lado de Mongo em nenhuma circunstância, mesmo se os relatos fosse verdade, Drongo sabia que era burro demais para saber ou não então preferia arriscar estar ao lado do amigo. — Não sei se consigo acreditar em alguém que machucou meu melhor amigo, especialmente sabendo que tu já tramava contra ele a tempo. — Finalmente admite.
— Nós que andamos cuidado do coitado. Se você só não deixasse sua inveja tomar conta, talvez nada disso teria o levado até aqui. — De fato, Dronga.
— Vindo do Mongo, não duvido que esteja fingindo só para receber atenção! — Zongo pensou, alto demais, aparentemente. Pois logo, Zongo só sente um puxado pela gola da blusa para encarar diretamente no rosto Gege, extremamente PUTA. — Primeiro, VOCÊ que sempre fica com raiva quando vê Mongo e Drongo recebendo um mínimo de atenção que seja. Porque seu ego frágil do cacete não aguenta que tem gente mais significante que você. —
— Segundo, o moleque tá basicamente aleijado por sua culpa, e ainda tem coragem de dizer uma coisa dessas?! — Gege chicoteou continuamente Zongo com as palavras, dando essa pausa apenas para esperar alguma resposta patética do pentelho. — Eh…. Ironia……..? — Tsk, patético. Affs
— Gege, larga ele, por favor. — Drongo pede, porque demanda para cima de Gege e pedido de morte, especialmente sendo macho. Como foi com toda a educação do mundo, Gege larga Zongo, que estava praticamente levantado do chão até cair novamente. — Zongo, caso realmente queira resolver essa situação, tem que falar com Mongo. A gente não vai falar com você novamente até fazer as pazes com ele. — De fato, Dro-
— Tá, to indo! — Zongo se virou de costas e começou a se afastar rapidamente do ¾ . Dando passadas tristes para dentro da escola novamente, enfim fadado a aceitar essa sua nova premissa.
Um destino onde passaria eternamente como uma sombra, uma praga, que deve ser ignorada para não amaldiçoar ninguém que tenha um único contato com Zongo, se ele não resolver fazer da vida de todo mundo um inferno agora.
Sem ideias com quem mais poderia conversar. Nem os jacuru eram uma opção, os jacuru eram controlados por um controle feito pelo próprio Zongo para trollar os seus EX-AMIGOS. Lembrar disso certamente não o ajudou.
Zongo continuou caminhando a sós pelo colégio, até que NOVAMENTE Zongo e puxado, mas pelo fiapo na careca desta vez. Não dando tempo de Zongo sequer ver quem ou ao menos teria sido arrastado agora. A porta fechou. Quando Zongo reparou melhor, percebeu que era a mais velha. — C-Charlenne? —— Você realmente quer… falar comigo agora! — Zongo quase sentiu que fosse chorar de emoção sabendo que alguém realmente iria começar uma conversa com o cinzento. Qualquer questionamento do por que a maneira agressiva de Charlenne ter o “chamado” para a sala desaparecendo em um piscar.
— Claro Zongo, é muito importante. —
*🥺🥺🥺*
— É sobre o trabalho, nós estamos 10 minutos atrasados, então não enrola! —
Ah.
Vendo melhor, Zongo percebeu onde estava. O estúdio, e olhando pra baixo, Charlenne estava com o script embaixo dos braços. Que logo, pegou, e ergueu para Zongo. — Aqui suas papeladas, eu vou preparar o cenário. —
Sem outra escolha, Zongo toma o que lhe foi entregue no maior desânimo. Pois a conversa foi forçada apenas por conta do comprometimento, que no caso era o jornal. E lendo algumas falas nos papéis, lhe vem… uma ideia.
“Você tem que falar com o Mongo.” Uh, sim, ele precisava falar com o Mongo, só não queria que fosse cara a cara. Então Zongo, já criou todo o vocabulário que usaria para Mongo. De fato, ele tem muito o que falar com Mongo agora, mesmo que não diretamente.
Zongo sabia o que iria fazer.
——— ;-;
Horário: 09:15
O lugar mais a salvo de qualquer colega assustado com a mera existência de Zongo, era o camarim, escondido para que Zongo e Charlenne se prepararem até ir pra frente das câmeras a narrar as notícias do jornal escolar. O que não era de grande ajuda, afinal ,apenas os jornalistas podiam entrar naquele cômodo.
Charlenne ajeitava a câmera na frente do cenário que gravariam, explorando qual poderia ser o melhor ângulo do dia, mesmo que no final fosse a mesma coisa de todas as outras gravações. E a iluminação, apontadas estrategicamente para ter certeza que estariam atingindo onde os dois personagens estariam. Tudo arrumado perfeitamente para a próxima notícia. Enquanto Zongo, relia a papelada dada em voz baixa para garantir que tudo estivesse conforme o certo. É bem improvável que notícias sejam geralmente reclamando sobre a vida pessoal do próprio narrador, mas é exatamente tudo que saia dos murmúrios de Zongo.
Talvez sejam reclamações, xingamentos, resmungos, ou até calúnias se depender de Zongo? Seria o mais esperado pelo menos. Ele tinha a maior certeza que se Mongo tivesse o perdoado, seu poder de protagonismo supremo iria o tirar desse poço logo antes. Se Zongo ainda se encontrava preso nesse beco, alguma coisa ainda estava errada. E Zongo não podia evitar a sua total fúria de ogro que vive no Pantanal sobre a coisa toda. Mas ele murmurava algo… a mais, além de palavrinhas feias.
Charlenne surge por trás do cenário principal, que estaria à frente das câmeras.
—Ei Zongo, já está tudo pronto por aqui!—
Mas Zongo não queria partir para as gravações, ainda. — Espera aí Charlenne, to arrumando um negócio.— respondeu, arrumando o que aparentava ser as resenhas. Não era para estar levando tanto tempo desse jeito até o jornal começar, e Zongo não costuma ser esforçado dessa maneira, então podia ser algo deveras suspeito que estaria tirando sua atenção. — É o que seria exatamente esse “negócio”? Eu já preparei quase tudo que precisava.—
—E sobre um novo pedido de desculpas para Mongo.—
O fato de Zongo ter trazido isso à tona em um lugar que deveriam estar relatando sobre notícias, realmente pegou Charlenne de surpresa. —Mas Zongo, você já fez um pedido de desculpas para Mongo. E aquela carta que você entregou na casa dele? —
—É adivinha? Ele não perdoou! Se não, todo o hate pra cima de mim já teria acabado, não aumentado!—
—Não é assim que as coisas funcionam, bobo. As pessoas não vão milagrosamente parar de…— Sem deixar passar 5 segundos para continuar a frase, Zongo puxa seu celular de, ermmm, lógica Abluba, ele tirou do além. Aberto ao grupo da escola no qual tinha uma mensagem mandada diretamente por Mongo justamente incentivando continuarem o hate em Zongo. “Galera, continuem tacando bosta no Zongo pfv, Jacatorta.” As risadas se desvaneceram no ar quando a garota se separou com a mensagem de ódio, se lembrando o quão difícil a situação realmente séria, e que aquilo levaria um pouco mais para acabar com toda essa treta de Mongo e Zongo.
— Por quê será né?— —Ehh, calma, talvez só devêssemos tentar novamente depois. Alguma hora o Mongo perdoa você.—
— Agora, não vamos ficar pensando em vários métodos alternativos (provavelmente não convencionais vindo de você) de pedir o perdão de alguém agora, porque agora nós temos que focar no jornal de hoje.—
—Isso mesmo Charlenne!— Zongo afirmou, com mais entusiasmo, porém, ainda visível que Zongo provavelmente estaria irritado. —Antes eu estava pensando, em continuar tentativa atrás de tentativa, falha após falha até Mongo finalmente aceitar minhas desculpas e acabar com toda essa briga de uma vez. Mas agora, eu tenho uma ideia simplesmente esplêndida! Que vai com certeza não vai só recuperar a confiança de todos, mas me fazer super popular com essa única tentativa!— Charlenne apenas observou Zongo gesticulando dramaticamente enquanto explicava mais sobre essa magnífica ideia, com aquele olhar desconfiado toda vez que Zongo tinha algo em mente.
(Zongo parando de passar mico)
—Ahem- E claro, para eu ficar na paz com Mongo. Então eu acho melhor ele me desculpar, porque eu nunca vou fazer algo do tipo de novo.——E se a gente não se resolver… eu vou dar uma razão de verdade para ser cancelado😡. — Credo, Zongo precisa ver essas mudanças súbitas de humor, espero que tenha considerado o número da psicóloga que Charlenne recomendou.
A mais velha segurou firme nos ombros de Zongo, como um estalo de o tirar desse transe psicótico que já tá virando rotina, tal como gente que tem a raríssima mente do palhaço. — Zongo. Foca, no trabalho. — Demandou. Fazendo o pentelho piscar duas vezes até voltar totalmente a realidade, voltando a sua expressão estressada. —Ta ta. Credo mulher, você só pensa em trabalho.— ( Zongo se retirando)
— Eu já estou com tudo planejado mesmo para o show. — — Claro… peraí, como assim show? — Até o demônio tem medo nessa hora. As várias probabilidades desastrosas com a insinuação, uma paranóia interna se intensificou. Sabendo de algumas ideias extremas que Zongo costumava ter, sim, tinha chance desse “show” de Zongo ser no literal. E o pentelho já a frente das câmeras, estava mais do que pronto para o espetáculo, seu espetáculo. Charlenne seguiu logo atrás, claramente receosa, mas pelo menos não é como se isso fosse atrapalhar completamente o jornal, certo? Então, apenas ignorou, achando que o infernœ ainda seria após o jornal, momento importantíssimo que Zongo não teria coragem de arruinar.
Ao colocar a contagem de 10 segundos para a gravação começar, os dois prepararam suas posições, mantendo a fachada mais profissional que podiam, com a papelada em mãos contendo as notícias que cada um teria que narrar hoje. A mente já estava quase totalmente acostumada com a pressão de estar em tela para os vários alunos que estariam assistindo ao jornal.
Agora só faltando 3 ... 2 ... 1…eeeeeee…
A abertura começa. Agora quase todo o refeitório, ou os velhotes que realmente tivessem interessado no jornal quando a Virginia ta ai postando stories claramente mais intrigantes, teriam o deslumbre das maiores novidades que apenas Charlenne podia arranjar. Tem uma razão dela ter sido a melhor para o papel, e é pelo seu profissionalismo em conseguir, e contar as melhores fofocas de Mondronsville, agora por que ela tinha chamado Zongo para ser seu co-trabalhador? Não se sabem.
Com postura firme, Charlenne encara a câmera com confiança, sentindo a sua intimidade com o público. E sem enrolar, ela começa: — Bom dia, colégio Santa paciência. Eu sou a Charlenne. —
— E eu sou Zongo, o único🙄.—
— E nós seremos seus jornalistas por hoje. — Assim como toda manhã de jornal, e assim que esses dois começam suas saudações, antes das novidades. Mesmo que desta vez, uma imperceptível tensão subiu ao refeitório quando Zongo ditou a sua frase. — Então, as notícias de hoje serão sobre o roubo recorrente essa semana, que anda acontecendo pela cidade. Incluindo props da própria escola. —— Zongo, você se importa de explicar a mais sobre o caso?—
— Claro, Charlenne. As autoridades têm lidado com um aumento significativo nos furtos de acessórios de festa em lojas, baladas, e até casas após festas de aniversário. — Zongo explicou, exatamente como planejado por Charlenne. Por um instante, para a repórter, soou como se tudo fosse sair como entendido. Porém, uma simples frase não reconhecida por Charlenne congelou o seu sangue. “Mas sabe com o que eu tenho lidado?” Bem… eu sinto muito por você, Charlenne. A garota instintivamente arregalou os olhos, quase desmanchando a sua fachada em gravação. Guria comece a orar pelo amor.
— Eu tenho lidado com a culpa, uma culpa avassaladora que me corrompe toda a noite. A culpa de ter machucado ACIDENTALMENTE, alguém muito especial.— Charlenne paralisou, o pânico subitamente começou a se espalhar pelo corpo enquanto Zongo continuava com as declarações. Não queria sair do personagem em live, mas não é como se Zongo já não tivesse arruinando tudo por ela
— Eh… eu sei que causei muitos danos a essa pessoa, por muitos dias. Mas eu prometo… que eu irei me redimir, mostrando meu arrependimento agora, ao vivo.— Discretamente, Charlenne se esgueirou um pouco mais para perto de Zongo, apenas para que somente ele pudesse escutar; “Zongo, não seja ridículo… Mongo não está aqui para ver essa transmissão…” e, tecnicamente, o pentelho levou a sério o que Charlenne disse. —DRONGO, EI DRONGO! VOCÊ MESMO, GRAVA ESSE MOMENTO E MANDA PARA O MONGO NO WHATS WHATS, EU TE OBRIGO!—
O lerdão nem ao menos estava prestando atenção na televisão até escutar seu chamado, ou sequer algum sinal de saber da própria existência no momento. Mas, rapidamente puxou o celular de seu bolso, mesmo que seja proibido usar a qualquer momento em ambiente escolar. Realmente, se sentindo na obrigação de obedecer Zongo por ter falado que o obriga. Agora, com o celular apontado diretamente para a televisão do refeitório. Zongo simplesmente recebeu energias vitais que o fez adivinhar que Drongo estava cumprindo o que mandou.
—Ahem- então… isso é por você gatinho — De repente… um botão daqueles mesmo do Minecraft, foi magicamente puxado de… não queremos saber. E colocado na bancada à sua frente. E quando pressionado…
O cenário de fundo foi instantâneamente derrubado, para uma parede colorida que nunca esteve lá antes. Uma imagem de Mongo, com um texto em fonte elegante que dizia “Sorry bbg xoxo;-;” refletia na parede pelo projetor, que seria para demonstrar……..nsei . E claro, a imagem acompanhada com várias desnecessárias figurinhas ao lado, sem nexo nenhum. Confetes caíram do nada do teto, de maneira que lógica era uma desculpa difícil de se usar. Pior… uma música de kpop começou a tocar do absoluto nada, Comet Stars obviamente.
Charlenne ficou sem palavras, todo o desgosto sendo dito apenas pelo olhar fixo em Zongo, que dançava a música ainda de cara feia, mesmo que NINGUÉM tenha pedido mano para fazer tudo isso. Aliás, como que ele fez isso em um intervalo curto de 5 minutos antes de começarem a gravar?
— Q- que é ISSO?! — (Charlenne indignada) — O melhor pedido de desculpas superior a todos os deuses de Mondrosvill! — Após segundos de extrema estimulação visual e sonora com todo o caos acontecendo no set, Charlenne tentou seu melhor manter os últimos resquícios de sanidade, e lançou um olhar sério para a câmera.
— Parece que estamos tendo interrupções no setor de gravações, voltaremos em breve após os comerciais. — e então, a gravação termina, graças aos poderes telecinéticos de Charlenne que conseguiu desligar a câmera com o poder da mente, antes que as coisas piorassem. Zongo pareceu tão indignado pela parada abrupta, que é até ridículo pela culpa da gravação ter sido interrompida por conta do pentelho. — Ei! Eu estava no meio de algo! — * Charlenne virando sua cabeça lentamente para Zongo. * — Euhhhhhwuugg… de boa, deixo pra depois. —
— Zongo… — O ar ficou tenso, com a praga fortíssima que Charlenne estava atacando. O olhar fixado perfura as várias camadas profundas de Zongo, que o fazia gelar até o furico de medo. Mas incrivelmente, Charlenne suavizou um pouco sua expressão em um único suspiro, mas sem deixar o toque de irritação em sua feição.
— Ok, eu entendo, você está passando por alguns dias difíceis. E realmente deve estar se sentindo muito mal pelo incidente com Mongo. —— E é realmente de admirar como às vezes pode ter esse tipo de dedicação. — para o bem, no caso.—
— Porém desculpa quebrar um pouco o seu clima, mas o Drongo provavelmente deve ter gravado a própria cara ao invés da transmissão. — — Zongaria! — Zongo bate o piso com o pé ao vir com a realização. — Deveria ter pensado nisso antes. Eu deveria refazer tudo de novo, mas na casa do Mongo? —
— Não, Zongo. Eu sei que você tentou várias…— Charlenne se lembra que ontem foi 20 horas inteira só fazendo uma carta de perdão. — Uma vez já, e não deu certo. Mas antes de você pensar em fazer alguma outra besteira, que tal você apenas pedir desculpas… só que sabe, cara a cara com Mongo. Com palavras.
Zongo todo frio e calculista fez o olhar de anjo caído sabendo da tolice dessa insinuação vindo de uma Betinha como a Charlenne. — Ata, aham. Claro Charlenne, claro… —
— E sério Zongo, não tem nada demais em simplesmente conversar com Mongo. Você já causou essa humilhação toda, ao vivo! —
— Mas depois de tanta coisa que causei pra ele? — Charlenne deu alguns passos mais próximos de Zongo, desta vez, mantendo um tom mais simpático. — Apenas seja honesto, mesmo sem a certeza dele te perdoar, é o melhor que você pode fazer para pelo menos se mostrar arrependido. —— E pare de ficar causando mal pros seus amigos. —. *Charlenne pegando no pentelho do pentelho* — Só NUNCA, mais, interrompa o meu jornal de novo. —
— Ai- AI! T-TA BOM DESCULPA! Prometo não fazer isso de novo… — Charlenne soltou o fiapo guerreiro de cabelo, contente com a promessa de Zongo. — Agora, comece a arrumar o set. Assim nós podermos voltar as telas.— … A câmera estava despedaçada no chão. — COMO QUE A CÂMERA QUEBROU?! —
— Ah, eu tinha tentado ligar a câmera imitando seus poderes telecinéticos. Foi mal. — Charlenne pulou pra cima de Zongo, mirando diretamente em seu pescoço. Erm, Enquanto isso no refeitório
A tela da TV demonstrou a finalização do programa com um corte prós comerciais, que sem nenhuma relação, era sobre o novo revolucionário shampoo que faz cabelo crescer para carecas. A turma encarou fixo a televisão, como se tivessem presenciado um acidente fatal de carro em suas frentes. Exceto Drongo. Mesmo com o dispositivo apontado diretamente para a tela, mal dava conta de checar o que estava gravando. Pelo menos vislumbrava o caos que havia se desenrolado sem ter que encarar através do celular.
Após o corte, Drongo termina a gravação junto do jornal, achando que acabou de ver a maior maravilha de sua vida. — Que obra prima… — murmurou. Dronga e Gege, que estavam sentadas na mesma mesa que o tongão. Não observavam essa percepção de maneira tão artística? Otimista? Não sei, apenas Drongo que conseguia ver beleza até mesmo no mais absurdo.
— Uau, Zongo realmente parece estar se esforçando muito. Se eu fosse o Mongo, já teria perdoado.— Dronga também, claro, é alma gêmea do Drongo né.
— Eu também, se pelo menos fosse feito com boa vontade. Agora fazer com essa cara de toba? —
— Aduide! Mongo vai amar-! Esse… ermm… vídeo. — Drongo tinha ficado tão hipnotizado com a tela da TV, que nem parou para ver que seu celular havia gravado a sua cara durante a transmissão inteira. — Galera. Vocês acham que Mongo vai desculpar Zongo com o vídeo mesmo assim? Tipo, o que importa é o contexto, não e? — Gege dá uma palmada na própria face com tamanha estupidez.— Cruz credo, e um tonhão mesmo—
— Não fala assim dele, Gege. Eu acho que se nos explicarmos a situação pro Mongo ele vai entender… —
— Espero né, essa palhaçada já tá durando demais. — (pensando🤔) — Peraí, o Zongo chamou o Mongo de gatinho. — Drongo e Dronga apenas concordam acenando a cabeça. Gege, com a expressão mais Gege que Gege costuma ter, levanta batendo a mão na mesa. — Tendi, já volto gente. — e então, começa a caminhar plenamente para a saída do refeitório, provavelmente indo atrás de Zongo para bater um papo. O casal já sabendo que perderam um amigo querido, o sentimento presente de que um OUTRO barraco podia acontecer no mesmo dia surgia, Mondrosvill gente, o dia de hoje vai ser longo.
Drongo não se surpreendeu, na verdade, já estava contando as vezes que Gege acabou criando um drama pequeno como esses por causa de Mongo, novo recorde: quinta vez essa semana. Então apenas prosseguiu a ignorar o que acabou de presenciar. — Beleza. Agora é só mandar pro Mongo, e explicar o contexto para que ele entenda e finalmente faça as pazes com Zongo! — Drongo, sem esforço algum de tentar disfarçar o uso do dispositivo, começou a digitar rapidamente em seu dispositivo. Explicando em um longo e mal escrito texto de todo o babado. — Mas que poha, não tem internet😡😡😡— Infelizmente não adiantou de nada.










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