O filme me prendeu, os personagens me cativaram, a história fluiu bem e não houve nada que achei confuso ou que me impedisse de apreciar. Minha percepção é totalmente contrária às críticas negativas que vi, mas também difere das positivas, já que alguns disseram que não é um filme para entreter e, no entanto, me entreteve muito.
Uma das coisas que li sobre o filme e que me fez pensar que eu poderia detestá-lo é que o final seria meio aberto, refletindo os acontecimentos da ditadura. Mas, ao meu ver, o final entregou todas as respostas que eu queria, ocultando apenas alguns detalhes que, aí sim, fazem paralelo com a falta de informação retratada até na conversa final. Curiosamente, um dos pontos que achei que mais odiaria acabou sendo um que realmente adorei.
Arrastado? Chato? Precisar de um QI de mais de 8 mil para entender? Nada disso. O filme se desdobra na vida do protagonista de uma forma que, a cada nova informação, eu ficava mais vidrado na história. Além disso, tem diversos momentos divertidos; não é o filme carrancudo que muitos fãs e haters fazem parecer.
Agora, se você não gostou, está tudo bem. Nenhum filme ou qualquer outra forma de entretenimento é para todo mundo. Gostar ou não de um filme não é medidor de inteligência, como muita gente presunçosa na internet quer fazer parecer (infelizmente, porque isso significa que eu ainda posso ser burro).
E, para finalizar este texto sobre um filme que foi uma montanha-russa de emoções para mim, mesmo dias antes de assisti-lo, deixo a seguinte pergunta: o novato é casado e/ou aprecia a companhia de mulheres?












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